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Câmara de Marialva participa de caminhada em defesa da APAE e da educação especial

A manifestação percorreu as ruas do centro com cartazes e faixas de protesto contra a Ação Direta de Inconstitucionalidade (ADI) 776, em julgamento no Supremo Tribunal Federal (STF). A ação questiona a constitucionalidade das Leis Estaduais que permitem o repasse de recursos públicos para instituições especializadas no atendimento educacional de pessoas com deficiência.


calendar_today Data 17 de junho de 2025
sort Fonte Assessoria de Imprensa da Câmara de Marialva
tag Crédito da notícia Ariádiny Rinaldi
home Crédito da imagem Ariádiny Rinaldi


Na tarde desta terça-feira (17), a Câmara Municipal participou da caminhada em defesa da APAE de Marialva e de todas as instituições de educação especial do Paraná.

O ato público foi promovido pela Prefeitura e contou com a presença de pais, alunos, professores, simpatizantes, escolas da rede municipal, dos vereadores Rafael Poly, Sheila Gabarron, Grazi Scaliante e Paulinho e da equipe de servidores do Legislativo.

A manifestação percorreu as ruas do centro com cartazes e faixas de protesto contra a Ação Direta de Inconstitucionalidade (ADI) 776, em julgamento no Supremo Tribunal Federal (STF). A ação questiona a constitucionalidade das Leis Estaduais que permitem o repasse de recursos públicos para instituições especializadas no atendimento educacional de pessoas com deficiência.

A proposta da ADI, movida pela Federação Brasileira das Associações de Síndrome de Down, sustenta que o financiamento público da educação inclusiva deve se restringir à rede regular de ensino. Caso o STF declare a inconstitucionalidade dessas leis, instituições como a APAE deixarão de receber recursos do Estado, o que pode comprometer a continuidade dos serviços prestados a milhares de alunos em todo o país.

Representando o Legislativo, a vereadora Sheila Gabarron, que também é professora da APAE de Marialva, reafirmou em seu pronunciamento o repúdio da ADI. “Precisamos dizer não a essa ADI. A APAE presta um serviço de educação, e acima de tudo, de amor. Não se trata apenas de repasse de recursos, mas de garantir dignidade, cuidado e aprendizagem às pessoas com deficiência”, destacou.

A Câmara reafirma seu compromisso com a defesa da educação inclusiva e especializada, e se mantém atenta aos desdobramentos do julgamento no Supremo Tribunal Federal.