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Vereadores manifestam apoio às medidas de enfrentamento ao COVID-19 adotadas pelo Município

Na manhã desta sexta-feira (20), os vereadores da Câmara Municipal de Marialva se reuniram com o Prefeito Victor Martini e secretários para esclarecer dúvidas e manifestar apoio às medidas de enfrentamento do Município em relação à pandemia do novo Coronavírus, COVID-19


calendar_today Data 20 de março de 2020
sort Fonte Assessoria de Imprensa da Câmara Municipal de Marialva


Na manhã desta sexta-feira (20), os vereadores da Câmara Municipal de Marialva se reuniram com o Prefeito Victor Martini e secretários para esclarecer dúvidas e manifestar apoio às medidas de enfrentamento do Município em relação à pandemia do novo Coronavírus, COVID-19. 


“Como representantes da população, precisamos saber exatamente o que está acontecendo para informar corretamente à população que nos procura”, disse o presidente da Casa, Ricardo Vendrame. 


Na ocasião foi informado que, até o momento, Marialva teve seis notificações de casos suspeitos de COVID-19. Destes, cinco foram descartados e um aguarda o resultado. Trata-se de uma mulher que procurou o serviço de Saúde Municipal ontem (19). Ela havia regressado de São Paulo, apresentando todos os sintomas, e, agora, encontra-se em isolamento domiciliar. 


Os exames dos casos suspeitos detectados em Marialva estão sendo encaminhados para o Lepac (Laboratório de Ensino e Pesquisa em Análises Clínicas) e, de lá, são encaminhados para o Lacem (Laboratório Central do Estado) em Curitiba. 


A Prefeitura deve anunciar ainda hoje outras medidas, como a instalação de uma tenda externa no Pronto Atendimento Municipal destinada ao atendimento de casos específicos relacionados ao novo corona vírus, evitando assim o contato com outros pacientes. 


A enfermeira-chefe do Pronto-Atendimento de Marialva, Vanessa Fontes, recomenda que deve procurar o sistema de saúde apenas quem apresentar febre alta, dificuldade para respirar e teve contato próximo com casos confirmados ou regressou de regiões endêmicas como São Paulo, Rio de Janeiro e exterior. 
 

“É um momento de ficarmos em casa. Se a pessoa está com uma gripe leve, tosse e febre baixa, pedimos encarecidamente para que ela não vá ao Pronto Socorro, não procure as Unidades Básicas. Não, nesse momento. Não que seja proibido, mas a gente pede isso para que possamos focar o atendimento nos casos mais graves. É uma forma de evitar que o vírus não se propague.