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Candidatos a prefeito de Marialva poderão gastar R$3,87 por eleitor; vereadores, R$0,38

Sabia que existe um limite de gastos nas campanhas eleitorais e de contratação de pessoal dos candidatos às eleições para prefeito e vereador?


calendar_today Data 22 de julho de 2016
sort Fonte Assessoria de Imprensa da Câmara Municipal de Marialva.


Sabia que existe um limite de gastos nas campanhas eleitorais e de contratação de pessoal dos candidatos às eleições para prefeito e vereador?

Os candidatos a prefeito que forem confirmados para a disputa eleitoral de Marialva, em 2016, terão de respeitar o limite médio de gastos de R$ 3,87 por eleitor. O teto para os candidatos a vereador será de R$ 0,38 por eleitor. Os tetos financeiros e de contratações foram divulgados pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE) para todas as cidades brasileiras. Para Marialva, o limite imposto será o mínimo: R$108 mil para os concorrentes a prefeito e de R$ 10,8 mil para os que pretendem concorrer uma cadeira na Câmara Municipal. Atualmente, o município conta com 27.916 eleitores.

O maior gasto no Paraná será em Curitiba, onde cada candidato poderá usar até R$9,57 milhões. Londrina, que tem o segundo maior colégio eleitoral do Estado, com 353.314 eleitores, o limite de gastos no primeiro turno da eleição será de R$ 3,60 milhões – equivalente a uma média de R$4,50 por eleitor. Para Maringá, o limite imposto será de R$1,69 milhão e a média por eleitor, RS 6,48.


Contratação
Outra novidade nas regras da campanha é o limite para a contratação direta ou terceirizada de pessoal para prestar serviços de militância e mobilização nas ruas durante a campanha. Candidatos a prefeito poderão contratar, no máximo, 279 cabos eleitorais e os candidatos a vereador, 140.

Consulte o limite de gastos e de contratação aqui: tse.jus

Mais curta e mais barata
Como as doações por empresas passaram a ser proibidas, o dinheiro a ser usado na campanha sairá do fundo partidário, do próprio bolso do candidato e de colaboradores dispostos a doar. Estas medidas tem o objetivo de deixar a disputa entre candidatos mais equilibrada na parte financeira.